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Nireblog num novo servidor

Depois de umas horas bem agitadas, com alguns sustos à mistura, o Nireblog está já a salvo num novo servidor.

Pedimos desculpa pelos transtornos causados, nomeadamente no período em que não foi possível aceder aos blogs do Nireblog.

É possível que surja algum problema resultante da migração. Façam o favor de nos comunicar, para que possamos resolver todos os problemas rapidamente.

Podem ficar a saber em detalhe tudo o que se passou aqui.

Saudações a todos.

Comentários(39) »


  1. Cirinita Schwingel Silva 03-04-2008 - 21:08:10 GMT 1

    Não estou conseguindo abrir as minhas páginas e muito menos administrá-las. tenho 5 nireblogs:
    http://cirinitaschwingel.nireblog.com
    http://serecasaingel.nireblog.com
    http://schwingelsilva.nireblog.com
    http://familiaschwingel.nireblog.com
    http://meumundoliterario.nireblog.com

    O site está com problemas?
    Por favor, me mandem um E-mail dizendo qual o problema.
    No dia 24 de março postei sem problemas e hoje não consigo nem abrir a minha página, nenhuma delas!

  2. Luiz Domingos de Luna 31-05-2008 - 14:33:00 GMT 1

    Disponibilizo postagem nire blog

    A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna
    blog.estadão

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade - o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casa e guerra
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

  3. Luiz Domingos de Luna 31-05-2008 - 14:34:54 GMT 1

    Disponibilizo postagem nire blog

    A Dimensão da Curva.
    Luiz Domingos de luna
    blog.estadão

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

  4. Luiz Domingos de Luna 31-05-2008 - 14:41:40 GMT 1

    disponibilizo esta poesia para postagem nire blog

    Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna
    nire blog´- Ame o planeta-

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

  5. Luiz Domingos de Luna 31-05-2008 - 14:44:47 GMT 1

    Disponibilizo esta poesia para postagem nire blog

    Miopia Humana.
    Luiz Domingos de Luna
    blog.Cidadão do Mundo

    É um grande desperdício

    Ao irmão discriminar

    qual seja sua orientação

    ou sua forma de pensar

    pois quando eu externo opinião

    espero me respeitar

    mas como posso exigir isso

    se não sei: ao outro tolerar?

    precisamos entender

    a heterogenia social

    para não ignorar

    a opção existencial

    é o estilo do homem

    de uma sociedade - a acelerar

    chega de rótulos idiotas

    de preconceitos rotulados

    lutemos pela liberdade

    harmonia da sociedade

    e da vida só bem estar

    deixai aos seres humanos

    a sua paz,

    liberdade

    de ser,

    de viver,

    De pensar.

    Pois todos somos iguais

    na biologia molecular

    fomos e somos

    46 cromossomos.

    compreenda as preferências

    entenda as diferenças

    para poder se respeitar.”

    Luiz Domingos de Luna

  6. Luiz Domingos de Luna 31-05-2008 - 14:47:30 GMT 1

    Disponibilizo esta poesia para postagem nire blog.

    Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.folhadocariri.com.br

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

  7. Luiz Domingos de Luna 14-06-2008 - 04:49:43 GMT 1

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

  8. Luiz Domingos de Luna 26-06-2008 - 14:56:40 GMT 1

    Barreira Humana
    Luiz Domingos de Luna

    Quando a realidade
    Parece muito dura
    Sendo verde ou madura
    No campo ou na cidade

    Busca a oralidade
    A notícia genuína
    É o fel da mina
    Ou a força da idade

    Não dá para suportar
    A Questão que se lida
    É à força da vida
    Que não pode parar

    Em um assentamento
    Colocamos a barraca
    De uma situação ingrata
    De posse ao pensamento

    O Cheiro do cimento
    Do queimado ou amargura
    Não tem mais bravura
    Não pode ser diferente

    È a cola do tecido social
    Limite de uma operação
    È o sim dizendo não
    È o operário em construção
    É o primeiro sinal
    È o vem e vai
    Limites sem limites
    Limitai!!!
    ou Iluminai!!!!

    Fonte:Fonte:O Globo.mobi :: Blog :: Comentários
    moglobo.globo.com/blogs/comentarios.asp?post=97697&
    t=O+novo+mundo&n=Blog+de+anota%E7%F5es&q=1… - 18k -

  9. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 14:26:40 GMT 1

    A Dor da Memória

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.br

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

  10. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 14:28:59 GMT 1

    Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar é o ser
    É o Poder é o ter
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada a terra o chão

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal.
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teimando em voltar.

  11. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 14:31:45 GMT 1

    A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

    FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

  12. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 14:33:54 GMT 1

    A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar
    FONTE: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

  13. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 14:40:32 GMT 1

    Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim.

    Meus trabalhos estão a disposição na web.
    Acesse-os:/ Luiz Domingos de Luna/. Todos por todos para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade
    FONTE:http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna-versos-na-tarde

  14. Luiz Domingos de Luna 15-07-2008 - 15:56:52 GMT 1

    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal seríamos eternos na magia espiritual que está no toque de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

  15. Luiz Domingos de Luna 17-07-2008 - 00:01:30 GMT 1

    Novas postagens poéticas

  16. Luiz Domingos de Luna 18-07-2008 - 16:48:14 GMT 1

    Palco Iluminado
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Em cada sonho uma fantasia
    Que percorre o pensar
    No momento a gritar
    Força que extasia

    Girando no encanto da vida
    Um gesto nobre propicia
    Na luz que irradia
    O instante eterno se fia

    O cenário todo florido
    Uma paisagem a contemplar
    Um universo a pensar
    No tempo um fluido

    Que teima em derramar
    Gotas de um sereno
    Um incenso ameno
    A existência contagiar

    Interação perfeita
    Arquitetura social
    Beleza natural
    Obra prima feita

    Cada ser é arquiteto
    Que a história aniquila
    É o sonho da vida
    Inacabado um projeto

    Um projeto inacabado
    Que falta ser decifrado
    Ou um palco iluminado
    Explicação buscando?

  17. Luiz Domingos de Luna 20-07-2008 - 02:49:40 GMT 1

    A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

  18. Luiz Domingos de Luna 31-07-2008 - 18:06:05 GMT 1

    Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

  19. Luiz Domingos de Luna 08-09-2008 - 17:09:41 GMT 1

    Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração.

  20. Luiz Domingos de Luna 13-09-2008 - 21:25:15 GMT 1

    Travessia

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com.br

    A Parede da mente
    Está quebrada
    No conflito da estrada
    É reviravolta somente

    Á águia está lá
    A asa ferida
    Sem guarida
    Sempre a voar

    A água agitada
    Tem que passar
    Furacão no ar
    Força anulada

    Na superfície a pisar
    O mergulho da morte
    É o único suporte
    Que espera chegar

    Tremulante momento
    Uma chuva de vento
    A águia a carregar
    Rasteja na onda
    Como uma lona
    O espaço ganhar
    A asa dobrada
    Tão fatigada
    A praia chegar

  21. Luiz Domingos de Luna 21-09-2008 - 15:28:41 GMT 1

    Meu Pai

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com. br.

    Posso chamar de Pai
    A Vida ele me deu
    Na construção do meu eu
    O respeito vem e vai

    Fica a recordação
    Do lindo ensinamento
    O Meu sentimento
    Sempre no coração

    Na selvageria social
    A Bondade ele expressa
    Uma vida que começa
    Ao primeiro sinal

    Difícil civilidade
    Implantar na geografia
    Serenidade e sabedoria
    No Opaco olhar da cidade

    Oh! Ingrata geração
    Para dar alinhamento
    O Brilho do Conhecimento
    O Pulsar da gratidão

    Caldo cultural deficiente
    Espaço rústico de dor
    Cuidai mestre, Meu Senhor
    Na seleção da semente

    Viajaste hoje ao mundo celestial
    A Paz e o ensinamento
    Quebrando sempre correntes
    Plantando boas sementes
    Num mundo desigual

  22. Luiz Domingos de Luna 07-10-2008 - 03:36:50 GMT 1

    Passos

    Luiz Domingos de Luna
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    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

  23. Luiz Domingos de Luna 16-10-2008 - 17:31:45 GMT 1

    Tentação

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    Toc, Toc, a porta fechava.
    Numa linda manhã
    Na inocência louçã
    Uma Gata me olhava

    Uma gata manhosa
    De pele macia
    Cheia de alegria
    Toda fogosa

    Dormia e roncava
    Ficava admirado
    No braço cruzado
    Na estrada levava

    De uma grande leveza
    Inofensiva parecia
    Ao passo que transcorria
    Um olhar de beleza

    Um Automóvel buzinava
    Na curva da estrada
    A Gata assustada
    O Meu lábio rasgava

    A tentação do momento
    De me sangrar
    A boca a rasgar
    Desejo cruento.

    No lábio a fenda rochosa
    A Linha bem cruzada
    Cicatriz estampada
    De uma gata perigosa.

  24. Luiz Domingos de Luna 16-10-2008 - 22:46:28 GMT 1

    A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é uma juventude sadia, honesta, leal, responsável e acima de tudo intelectualizada.

  25. Luiz Domingos de Luna 26-10-2008 - 15:30:45 GMT 1

    Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
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    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

  26. Luiz Domingos de Luna 09-11-2008 - 17:33:29 GMT 1

    Interrupção

    Luiz Domingos de Luna
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    O Tempo quebra o espaço
    No grito que foi sufocado
    Corpo sem vida parado
    Marca do tracejo Compasso

    Deixei a marca no aço
    Não completei a missão
    Estou noutra dimensão
    Não sei o que é que faço

    A matéria não cabe em mim
    A luz não curva o universo
    Penso que atravesso
    Um Horizonte sem fim

    Estás próximo de mim
    Mas como manter contato
    Não sou um ser de fato
    Sou uma onda vaga sem fim

    Falta o ponto linha ou cruz
    Ou uma voz para falar
    Não posso sempre vagar
    Numa atmosfera sem luz

  27. Luiz Domingos de Luna 10-11-2008 - 01:43:16 GMT 1

    Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
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    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disformado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

  28. Luiz Domingos de Luna 14-11-2008 - 14:30:24 GMT 1

    Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
    Fã clube especial

  29. Luiz Domingos de Luna 16-11-2008 - 20:16:41 GMT 1

    Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

  30. Luiz Domingos de Luna 25-11-2008 - 13:13:17 GMT 1

    A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=1

    Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
    Fã clube especial.

    fonte:http://sereiagalactica.nireblog.com/post/2006/12/13/desculpem-de-novo

  31. Mykeias Gomes 02-12-2008 - 15:04:48 GMT 1

    ser fá de Luiz domingos. é participar de uma festa que nunca termina- Á FESTA DO CONHECIMENTO!

  32. Luiz Domingos de Luna 07-12-2008 - 16:09:52 GMT 1

    Na Rota de Marte

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Ó Vastidão de areia
    Gás carbônico inalado
    Estou todo sufocado
    O Véu do ocre azuleia

    O Frio agoniza a matéria
    Poeira de gelo a esfarelar
    Verde ou azul a complicar
    Abstrata, vapor da artéria.

    Monte Olympus a contemplar
    Cânions da futura geração
    Crateras horríveis no chão
    Fossas de um mundo a passar

    Gipso argiloso e ligeiro
    O Meu guia a alertar
    Estratos de sulcos a cortar
    Água passa fica o cheiro

    Altura que perdi
    Na órbita ao girar
    Meu guia a contar
    Coisas que nunca vi

  33. Luiz Domingos de Luna 24-12-2008 - 14:36:19 GMT 1

    Gostaria de parabenizar a atitude dos administradores do Sitehttp://pt.nireblog.com/post/2007/02/07/nireblog-num-novo-servidor#comment-96870 por gentilmente, terem cedido este espaço para postagem de minhas poesias.
    Grato,

    Luiz Domingos de Luna

    Aurora, Ceará

  34. Buscar na internet 08-01-2009 - 15:43:37 GMT 1

    ” A Natureza não dá saltos, a humanidade sim” penso que o momento é afimativo para uma grande problematização no planeta sobre as questões ambientais, a intenet é uma ferramenta preciosa para a divulgação e difusão de lei magna em defesa do planeta Terra.

    Luiz Domingos de Luna

    www.colunadomignos.blogspot.com

  35. Luiz Domingos de Luna 31-01-2009 - 16:01:33 GMT 1

    Todas as minhas poesias estão postadas no rascunho digital Coletânea poética Luiz Domingos de Luna. E.E. www.colunadomignos.blogspot.com

    Cordialmente
    Luiz Domingos de Luna

    Boa leitura

    Buscar na internet

  36. Luiz Domingos de Luna 24-03-2009 - 18:01:40 GMT 1

    Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração

  37. Luiz Domingos de Luna 24-03-2009 - 18:02:11 GMT 1

    Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração

  38. Luiz Domingos de Luna 15-06-2009 - 15:44:48 GMT 1

    COMUNICADO:

    Comunico a todos os leitores e leitoras de meus trabalhos que ficam disponíveis a todos vocês os meus trabalhos no links: www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
    www.colunadomignos.blogspot.com
    Autorizo criação de blogs, fotologs, sites com abertura de minhas obras, artigos e ou poesias. Favor citar a fonte. Vedado portanto, contato com o autor

  39. Luiz Domingos de Lunal 17-06-2009 - 16:55:41 GMT 1

    O Blog
    Livro Digital – Google.
    Luiz Domingos de Luna

    Um bom livro
    Em suas mãos
    Páginas a folhear
    Celulose sem gastar
    Meio de comunicação
    Depende de sua atuação
    Para credibilidade conquistar
    É também uma revista
    Um canal de uma pista
    Nunca vai poder parar
    A história nele passa
    Depende da argamassa
    De volume bem dosado
    Pois o olhar do outro lado
    Diz se já foi visitado
    Ou ainda vai visitar
    Não dá para prender
    Nem serve para vender
    Nem para ser alugado
    O seu preço é qualidade
    Que depende do leitor
    Que estabelece o valor
    Do material postado
    Nasce no novo mundo
    Vive enclausurado
    Na tela bem amarrado
    Percorre em um segundo
    A fronteira do infinito
    A força de seu grito
    Em horizonte firmado
    Conduzindo com intensidade
    A fórmula da liberdade
    De um universo colado

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